quinta-feira, 8 de novembro de 2012

UM VERDADEIRO CONTO

O CONTO DO ADORMECIMENTO

CAPITULO VII


 “Um Povo desatento
Será sempre um Povo dominado
O político corrupto está atento
E não gosta de ser contrariado”
 




Um dia o rectângulo acorda de madrugada um pouco esbaforido, nova barafunda na capital do rectângulo, tornou a haver novo “golpe”, claro que este “vingou”, pois já tinha o apoio dos Carneiros, Freitas, Soares e mais alguns que andavam camuflados lá para os lados da extrema esquerda.
Nova mudança de rumo, agora alguns dos políticos e empresários corruptos que andavam escondidos, começam a sair da “toca”. Já se pavoneiam no rectângulo, já mandam “bitaites”, já exigem reformas para poderem dominar melhor e puderem continuar impunes aos crimes económicos e de corrupção, que vão fazendo e que estão com ideias de fazer. O povo esse continua a nada fazer, anda adormecido, apático, nada faz e os políticos e empresários corruptos, esfregam as mãos de contentes.
Para que o povo do rectângulo não acorde, os políticos e empresários corruptos, inventam uma distracção “começa a haver futebol na televisão”, inventa-se uma rivalidade entre os clubes de futebol do rectângulo “os do Norte são melhores que os do Sul” ou “os do Sul são melhores que os do Norte” além disso começa a imergir no rectângulo uma nova classe se corruptos, (os dirigentes desportivos) começa a haver dinheiro fácil para os clubes de futebol, pois convém continuar a adormecer o Povo do rectângulo. Nesta fase, já os Carneiros, Freitas, Soares e companhia, tudo minavam para poder alcançar o poder através das eleições que se avizinhava. Convinha eliminar os partidos que se preocupavam com o bem estar do Povo do rectângulo, convinha lhe fazer crer que os inimigos do rectângulo eram os outros que queriam acabar com a corrupção.
Fazem-se eleições no rectângulo, em vez de ser um acto cívico, que deve ser bem pensado, ponderado, para que o Povo, vote, escolha os seus representantes com a certeza de que eles os vão proteger e fazer leis que combatam a corrupção e os inimigos do rectângulo, não, fazem-se destas primeiras eleições uma verdadeira festa, foi um domingo diferente, mais parecia uma romaria, andava o povo todo contente, e os políticos e empresários corruptos, esfregavam as mãos de contentes, pois iriam legitimar o assalto ao “poder” no rectângulo. Ganhou o partido do Soares (PS), logo seguido do partido do Carneiro (PSD) tendo ficado o partido do Freitas (CDS) em quarto, estava montado o esquema legal de assalto ao “poder político e empresarial corrupto” no rectângulo. O povo do rectângulo, esse continuava a achar que nada lhe aconteceria.
Vão-se realizando novas eleições e são sempre os mesmos a ficar a governar (ora era do Soares, ora era o do Carneiro e quando não chegava para a maioria chamava-se o do Freitas). Era assim a vida dos governos no Povo do rectângulo, eram sempre os mesmos a governar-se e nada se fazia (mais parecia aquela frase “São os desígnios de Deus”). É por esta altura que alguém diz que estes três partidos (PS; PSD; CDS) são os partidos do “arco do poder” mas também ninguém conseguiu dizer que além desse “arco”, também se iriam tornar no “arco da corrupção e do compadrio no rectângulo). É também por esta altura que alguns políticos (que deixavam muito a desejar) fazerem afirmações como esta:
“O vencimento que aufiro como deputado do rectângulo, não chega para os charutos que fumo” – citação de um ilustre funcionário do rectângulo de nome Tavares, que por incrível que pareça mais tarde vai aparecer outro de mesmo nome, mas que terá a mania de ser comentador televisivo. Chama-se a este fenómeno a descendência.
É também nesta altura que os políticos e empresários corruptos do rectângulo fazem a terceira invenção – “OS SALARIOS EM ATRASO” .
Basicamente era assim, o povo do rectângulo, trabalhava, produzia, o empresário corrupto, com a conivência dos políticos corruptos que abundavam no “arco do poder”, vendia a produção, comprava veículos topo de gama (ferraris, porches, etc), e não pagava salários. Nada lhe acontecia, antes pelo contrário, condecorava-se o empresário corrupto, pois apesar de passar dificuldades financeiras, mantinha os “posto de trabalho” Em contrapartida quando o “povo” do rectângulo se revoltava, logo era mimado com umas bastonadas, dadas pelos guardas do rectângulo.
Por incrível que pareça o “povo do rectângulo” continuava a acreditar que os seus desígnios eram estes, que nasceu para passar sacrifícios e que era “Deus” e os “Clubes de Futebol” que assim os desejavam, que tinha de ser assim, pois senão nunca mais passava este rectângulo a um rectângulo evoluído.
Mas algo estava para mudar no rectângulo. Os políticos e empresários corruptos (os tais do arco do poder), resolviam perpetuar o “poder”, congeminavam com os “aliados novos”, com os “aliados antigos” e até com os que tentaram conquistar 2 vezes o continente onde o rectângulo pertence.
IRIAM VENDER O RECTÂNGULO. DEIXARIAM DE TER MOEDA PRÓPRIA. IRIAM FECHAR AS FÁBRICAS, AFUNDAR OS BARCOS DE PESCA, TRANSFORMAR OS TERRENOS AGRICOLAS EM HERDADES DE CAÇA, E TAMBÉM IRIAM ALARGAR OS SEU HORIZONTES PARA MANTER A CORRUPÇÃO ISTO JÁ FORA DO RECTANGULO.
Tudo apontava para ser um negócio fabuloso, mas para políticos e empresários corruptos, mas para o Povo do rectângulo, esse no principio iria ter algo que o manteria no adormecimento, mas depois...
Alguém alertou, mas o povo do rectângulo, não acreditou, algo de muito mau estava para vir, mas o povo do rectângulo não ligava, havia futebol, formula 1, havia concertos etc. Estava tudo muito bom.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

UM VERDADEIRO CONTO

DO CONTO DA AURORA DA LIBERDADE AO PRINCIPIO DO CONTO DA APREENSÃO

CAPITULO VI
“Quando um Povo desatento e ignorante
Que acredita nas palavras de políticos bem falantes
E que gosta de se manter desatento e distante
Tudo lhe vão tirar e merece que nunca mais se levante”

Continuava o rectângulo todo airoso a acreditar que tudo estava resolvido, que se tinham livrado de políticos e empresários corruptos, mas apesar dos avisos de alguns, o êxtase, a bebedeira de ser livre, a melhoria de vida aparente, que na altura se gozava, o ter acabado a guerra, o poder expressar os seus ideais, tudo acabava por ser perdoado e também ignorado, isto apesar de haver alguns que iam alertando para o Povo do rectângulo se manter alerta, que não acreditasse em tudo o que alguns políticos de ascendência duvidosa afirmavam.
Mas...
Resolvem alguns dos que se diziam amigos do povo do rectângulo, começar a tentar tirar dividendos da posição que agora ocupavam, (voltou a vontade de dominar de corromper, de manter os privilégios), e logo alguém resolveu com o apoio de alguns que tinham passado no filtro, na rede que deveria ter sido mais apertada, fazer um “golpe”, para que o Povo, que na altura ditava os desígnios do rectângulo, voltasse a ser subserviente aos novos políticos e empresários corruptos, que aos poucos saiam da “toca”.
A primeira tentativa morreu, não deu certo, o povo do rectângulo, acordou, pois alguém deu o alerta e nada do que os políticos, empresários e partidos (CDS e PSD) corruptos pensavam, deu certo.
O que queria ocupar a cadeira acabou por fugir, com o património do povo do rectângulo, (mais tarde até condecorado, promovido e mais mordomias recebeu) e o rectângulo passou mais esta tentativa, de tudo voltar ao conto anterior.
Passado um tempo, o rectângulo acorda com nova tentativa, eram os mesmos a fazer o mesmo que tinham feito à pouco tempo, que era o tentar tirar o que o Povo do rectângulo tinha conquistado.
Tornou a correr mal, para os mesmos de sempre, mas desta vez os políticos e empresários e partidos corruptos, tinham adquirido um novo aliado, um partido que se dizia do Povo, mas que estava pejado de alguns, que apesar de terem andado “fugidos” das privações do conto do terror, escrito anteriormente, na verdade nunca passaram os trabalhos nem privações de alguns.
Esses (PS) também gostavam do “poder” e de subjugar o povo do rectângulo.
Logo se juntam aos dois partidos e políticos corruptos, mais os empresários corruptos, e todos com o novo aliado (PS), vão corromper, minar, e tirar tudo o que o Povo do rectângulo tinha conquistado em tão pouco espaço de tempo.
Claro que o povo do rectângulo tornou a ser alertado, mas continuava adormecido, enebriado com a sua nova maneira de viver e nada fez.
É por esta altura da vida do Povo do rectângulo (mais conhecida pelo PREC), que se torna a inventar algo em que o povo do rectângulo é pioneiro no Mundo “AS PASSAGENS ADMINISTRATIVAS” “AS RGA’S – REUNIÕES GERAIS DE ALUNOS”.
Estas duas “invenções” iriam originar uma das maiores “barbaridades” e “crime” que se passou no rectângulo.
Para que fique registado aqui fica um de vários exemplos destas duas invenções:
- O aluno (de preferência já ligado a um dos partidos corruptos), chegava ao final do ano e não fazia exame, para poder transitar de ano, pura e simplesmente ia para o ano seguinte. Claro que os outros todos tinham de os fazer. Era a altura em que os paizinhos dos meninos que já andavam no principio das lides políticas, onde o paizinho já era batido, aprendia as artes da corrupção, da manipulação, já tinha tornado a adquirir alguma influência no desgoverno (na altura formado pelo PS-PSD-CDS), e diga-se provisório, já que na altura ainda o povo do rectângulo não se tinha pronunciado sobre quem iria dirigir os desígnios do Povo.
Ou então:
- O professor (normalmente ligado à área das ciências), ao corrigir o teste, deu a classificação negativa (algumas eram mesmo “zero”, porque se houvesse “menos um” era essa a classificação que teria, ao menino que andava nas andanças partidárias, normalmente eram os líderes das juventudes (JS, JSD, JC). Ao aperceber-se que o dito professor lhe iria dar essa classificação logo os três líderes das juventudes assinaladas, reuniam os seus apoiantes e caciques para logo se efectuar uma RGA, para se “sanear” o professor, que na altura era apelidado de Fascista, Comunista, e outros slogans, muito em voga na altura do PREC. Claro que o professor era “saneado” e logo era substituído por outro mais de acordo com os meninos das juventudes partidárias. De salientar que até nas faculdades do rectângulo isto se passou.
Claro que isto iria ter reflexos na vivência do rectângulo, na governação e em tudo o que futuramente se iria passar.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

UM VERDADEIRO CONTO

UM NOVO CONTO DEPOIS DE TER ACABADO O ANTIGO CONTO DE TERROR – AURORA DA LIBERDADE NO RECTÂNGULO

CAPITULO V
“Levantam-se um grupo de homens em armas
Que depois de muito pensar e planear
Resolve avançar para uma Revolução
Que aos olhos do mundo se torna exemplar”
 

Era uma vez um rectângulo, junto do mar plantado, que depois de ter sido um Reino, de se ter tornado uma Republica, de ter vivido muita corrupção maioritariamente feita por políticos e empresários de baixo nível e de proveniência duvidosa, de terem espremido o Povo, de o terem amordaçado, de o obrigarem a fazer guerras, que mais beneficiaram esses políticos corruptos e empresários da mesma estripe, eis que aparecem uns homens que resolvem acabar com a bagunça.
O Povo do rectângulo rejubila de alegria, exige que se mude radicalmente de políticos, que haja liberdade de expressão, que se acabe com uma guerra que delapidava homens válidos para o desenvolvimento do País, que se acabem as perseguições por não concordar com os ideais políticos de meia dúzia de privilegiados, que se tenha uma Lei base do rectângulo moderna, que comecem a haver eleições para que o povo do rectângulo possa eleger os seus representantes governativos, que se acabe com a corrupção política e empresarial, que todos tenham direito à Saúde, à Educação, ao viver bem e sem dificuldades económicas, que tenham boa habitação, etc, etc, etc, algo básico que qualquer Povo almeja seja ele num rectângulo ou num triângulo ou até no hexágono e que os governantes eleitos por esse Povo deveriam ter orgulho em lho proporcionar.
Aparecem os políticos que estavam exilados, e alguns do conto anterior conseguem passar as malhas da rede que devia filtrar a não entrada desses políticos e empresários corruptos, aparecem os novos políticos (e foi aí que a rede também falhou, pois deixou passar os filhos dos políticos corruptos, tornando-se eles políticos), foi a altura de um pouco de confusão.
Foi também a altura de aparecer uns novos partidos, que se diziam democráticos, mas que eram dirigidos por alguns dos que se sentavam na “dita Assembleia Nacional” do conto anterior, entre eles aparece um que tem as siglas “CDS” que na altura era dirigido por um tal Freitas (o futuro delfim do regime anterior), mas também aparece um “PSD” também dirigido por um tal Carneiro, (que também já tinha estado sentado na “Assembleia Nacional” do conto anterior), claro que ninguém passou bola a estes dois partidos nascidos na altura. O Povo do rectângulo andava entretido, extasiado, embebedado pela liberdade que tinha acabado de adquirir e não acreditou que um dia o rectângulo poderia um dia mais tarde ficar como na altura do conto de terror.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

UM VERDADEIRO CONTO

DO FINAL DO CONTO DE TERROR AO CONTO DA LIBERDADE
 


 CAPITULO IV
“Entra o Delfim no poder, mas que mandar, nada manda.
Anda a reboque dos pides, dos políticos e grande capital corrupto.
E de um Presidente da Republica ausente, caquéctico e que não manda.
Todo o aparelho do Estado mais parece ausente, mas com papel de impoluto”.


Depois da queda do grande “Líder”, o novo Delfim, inventa as conversas em família (algo parecido com as conversas da treta). Nessas conversas tudo ia bem, o rectângulo está de boa saúde financeira, não existiam Políticos corruptos, nem lavagens de dinheiros, a saúde, a educação, a fuga aos impostos pelo grande capital e pelos empresários corruptos, era uma mentira inventada pelos opositores ao regime instituído. Continuava este rectângulo a ter o slogan “Deus, Pátria, Família”, mas agora aumentava-se um novo item “Marcelo”. É a altura de alguém, nas ditas conversas em família, dizer que agora os Portugueses, passariam a ter direito a Férias (mas não remuneradas), era altura de ter direito a Abono de Família, mas os pais e mães continuavam a não ter dinheiro para dar pão aos filhos que eram incentivados a ter. Era a altura da INATEL, mas que os que não fossem do regime não tinham direito a ter ferias nas instalações da organização.
Aparece um novo grupo de opositores ao regime, esse grupo sai do partido que apoia o Delfim (a União Nacional), concorre às eleições e alguns, ganham o assento na “dita Assembleia Nacional”. São poucos, pois o regime instituído manobra as eleições, mas os poucos que por lá andam (Assembleia Nacional), nada fazem, é como lá não estivessem, mas continuam a auferir um bom salário e a ter as mordomias dos deputados apoiantes do Regime.
Não consta dos livros e das memórias do rectângulo, que algum desses pseudo-democratas, tenha defendido o aumento de vencimentos dos trabalhadores, de terem apresentado algo para combater a corrupção que grassava no rectângulo, ou que até tivessem proposto a perda de mordomias dos celebres “eleitos” da dita Assembleia Nacional.
Para memória futura fica um nome. Sá Carneiro, (este nome mais tarde vai ser útil, para a compreensão de algumas coisas que vão acontecer no rectângulo).
Por incrível que pareça, o Delfim, continuou com a PIDE, com as perseguições, com a guerra, manteve a corrupção e a impunidade dos empresários que gamavam literalmente o País, pois quase se recusavam a pagar impostos e a isso não eram obrigados. Mas ai dos trabalhadores que fugissem a eles.
Continuavam os grandes grupos económicos, os “leais ao regime” a ter todas as mordomias, mas o resto da população nada.
Só alguns é que podiam estudar, só alguns é que podiam ir ao médico, só alguns é que teriam um bom emprego, só alguns é que poderiam ser “alguém”, mas esses só se fossem amigos do Regime do Delfim, só se fossem apoiantes dos corruptos, e dos que viviam a “roubar” o País e o resto do Povo. A isso o Regime do Delfim chamava o lei natural das coisas. Nem todos poderiam ser ricos, nem todos poderiam ser doutores, resumindo nem todos poderiam ter uma vida boa. Isso só estava ao alcance de alguns, mas poucos e de preferência só dos amigos.
Na guerra que o rectângulo era obrigado a travar, mais por influencia do novo aliado (para poder experimentar as novas tecnologias militares), do que para beneficio do país, tudo corria mal, eram muitos os jovens que iam, mas que não voltavam, mas os que voltavam não vinham como tinham ido, traziam doenças, mutilações, desuniões familiares, era como se eles regressassem de um pesadelo.
Vinham normalmente milhares em barcos, onde se faziam grandes festanças para receber os “Heróis”, numa verdadeira charada de VIP´S com as meninas “Madrinhas de Guerra” arrebanhadas para a festa da recepção num ambiente festivo normalmente vivido no Cais da Rocha do Conde de Óbidos.
Num contexto foram muitos os milhares de jovens que foram para uma situação que nada os beneficiava nem ao rectângulo junto do mar plantado, mas que beneficiava uma data de políticos e empresários corruptos.
Um dia alguém se revolta (a revolta das Caldas), nada vale, são todos apanhados, deportados, julgados e até alguns foram presos.
Como foi isto acontecer, quem denunciou, quem alertou o Delfim e os Políticos corruptos?
Fácil.
Os que não queriam largar o poder. Se calhar alguns da dita Oposição da altura, aqueles que também estariam na “dita Assembleia Nacional”, que diziam serem democratas, mas que também não deixavam de ser corruptos e a governar-se em vez de governar. Estava a aproximar-se uma viragem no País, já o povo começava a estar saturado de muitas inaugurações, festas de guerra que não entendia, mas que levava muita da força de trabalho para algo não produtivo ao país e que o regime do Delfim fazia para poder se manter no poder, mas fazer reformas, modernizar o País, e dar melhor vida ao Povo, nada.
Por incrível que pareça, o nossos Aliados tanto o mais antigo, como o mais recente (os tais da ilha que sabiam o que o povo passava e nada fizeram. E os novos Aliados, os tais que nasceram do refugo da Europa, os tais que diziam serem os defensores da liberdade, mas que também nada fizeram, para que o Povo deste rectângulo fosse poupado aos sacrifícios, de que teve de sofrer, para manter uma classe política corrupta e incompetente)
Avizinhava-se algo.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

UM VERDADEIRO CONTO

DA CONTINUAÇAO DO CONTO A UM CONTO DE TERROR

CAPITULO III
“Quando sentado numa cadeira cai e bate com a Mona
Logo é transportado ao Hospital e fica em Coma
Mas como qualquer ditador tem um Delfim
Mais uns anos e o Regime chega ao Fim”
 



Revolução, mais uma das muitas que abundaram na Historia do rectângulo mal amanhado. Desta vez o Povo, por incrível que pareça, apercebe-se que vai ficar mesmo mal.
Um senhor que era Ministro das Finanças e que já tinha posto o Povo a pedir, torna-se Chefe do Governo, com um Presidente da Republica, manietado, subjugado, um verdadeiro fantoche. É o tempo da 2ª Republica, e do Estado Novo, desta vez só existe um partido, não há mais nada a não ser o Partido do Grande Líder (Salazar). É por esta altura que nasce o slogan “Deus, Pátria, Família”. A Igreja rejubila com o novo Regime, todos os bens ou a grande parte deles, que tinham sido confiscados pelos republicanos, são devolvidos. Os amigos perseguidos pelos Republicanos, são perdoados e reintegrados. Agora a corrupção é mais selecta, só é corrupto quem for amigo do regime, mas a classe política da altura, é tão corrupta como a do tempo da Monarquia e da 1ª Republica. Vêm muitas riquezas dos territórios ditos Ultramarinos, mas Portugal continua atrasado, endividado, analfabeto, com um sistema de saúde miserável, mas sempre muito católico e acreditando ou sendo o Povo obrigado a acreditar que a “Virgem Maria” salvava o Rectângulo que de Republicano já pouco tinha, mas que era um “Estado Novo”.
Outra vez, o mesmo país que quer ser o dono do Continente Europeu, resolve fazer nova Guerra, desta vez não existia um “Kaiser”, esse país não era um Império, mas tinha um “Hitler”, mas também havia um “Mussolini”, um “Franco” e um tal imperador de olhos em bico, chamado Hiroito”. Claro que os Políticos portugueses, esfregaram a mão de contentes, pois já sabiam que podiam ainda fazer mais corrupção, podiam tirar mais dividendos, com esta Guerra. Não entramos na guerra, mas fizemos o mais belo negócio de todos os tempos, vendia-mos tudo tanto a Aliados, como ao Eixo Alemão mas por incrível que pareça o País passava fome, continuava atrasado, mas para alguns foi o negócio fabuloso, no essencial o País, esse ficou pior, continuou endividado. Termina a Guerra, rejubila o Povo, talvez seja agora que nos livramos desta “Corja Política Corrupta” que nos tem governado nos últimos 50 anos. Mas não “a corja” defende-se bem, inventa a PIDE, mete no Tarrafal, em Peniche, Caxias, quem não concorda com o continuar a corrupção Política e Económica e que o país está sempre em último e os políticos e suas famílias estão primeiro. Orgulhemo-nos, pois vamos ser os primeiros a ter a nível mundial, aquilo que agora é muito comum nos Políticos “A Pedofilia”. O fenómeno inventado é nada mais nada menos que o “Processo Balet Rose”. Mas não estava bem o rectângulo, faltava algo. Logo os políticos corruptos da altura inventam. Fácil não damos autodeterminação aos que colonizamos e logo teremos uma guerra, para que políticos e empresários corruptos, possam continuar a enriquecer à custa do País. Lá vão mais algumas gerações de homens validos para uma nova guerra, mas o País esse continua na penúria e agora com esta nova “invenção” ainda vai ficar pior. É também nesta altura que encontramos um novo “Aliado”, já algum tempo que existe um novo “policia no mundo”, é um país recente, tem poucos anos de vida, mas tem uma virtude, é construído com uma base que os nossos políticos gostam “O LIXO”, “OS CORRUPTOS”, “OS MAFIOSOS”. Esse país é constituído maioritariamente na sua fundação como colónia, de criminosos, de corruptos, de mafiosos, e de toda a espécie de ralé que naquela altura abundava na Europa.
Um dia, ai um dia está o grande líder sentado na cadeira e algo se passa, cai o líder, bate com a mona no chão e entra em coma, morre o líder, mas logo os Políticos corruptos tinham na manga mais um trunfo, afinal o líder tinha um Delfim, um seguidor, o regime e os corruptos que ocupavam o poder iriam continuar a viver bem enquanto o País mais se afundaria.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

UM VERDADEIRO CONTO

CAPITULO II
“Quando todos julgavam que ia ser melhor
Eis que aparecem outros iguais ou pior
Se nunca vos livrardes da corrupção
Jamais sereis uma verdadeira Nação”



Viva a Republica, abaixo a Monarquia. Quando os Republicanos tomam o poder, logo repararam que herdaram um País atrasado, analfabeto, retrogrado, dominado pelos Caciques, pela Igreja e pelos grandes senhores feudais, endividado e a pagar altíssimos juros à coroa Britânica. Toca a mandar fazer Escolas, toca a tirar privilégios aos Senhores, toca a tentar tirar os privilégios da Igreja, toca a tentar modernizar o país, pois parece que a Revolução Industrial, tinha passado por cima, ou então não conseguiu passar os Pirineus. Mas como não podia deixar de ser, logo começa a aparecer na penumbra um partido que minava tudo o que o partido republicano queria fazer no país.
Esse partido (Regenerador), logo se encarregou de mandar para o outro mundo o Presidente da República e vários outros e logo esta Republica plantada junto do Oceano Atlântico, entra numa espiral de assassínios, guerras civis, tumultos e outras balbúrdias que favoreciam os Políticos corruptos e ditadores que espreitavam na sombra, aguardando a melhor oportunidade para tomar o poder.
Faz-se uma revolução e implanta-se uma Ditadura.
Para mal, dos nossos males, rebenta uma Guerra na Europa. Trata-se de um povo que desde á muitos anos tenta por todos os meios conquistar o continente Europeu, julga-se uma raça superior e aproveitando uma convulsão num País próximo resolve começar uma Guerra. Esse País é a Alemanha, detentor de um vasto Império, governado por um ditador o “KAISER”. Logo os “nossos Políticos corruptos” vêm nesta guerra uma forma de ganhar dinheiro. Resolvem entrar na Guerra, isto apesar de sermos um dos mais atrasados da Europa, até a nível militar, mas servia para mandar homens para a frente de batalha, ajudando os nossos eternos Aliados, (os Ingleses) que na altura julgavam-se os Policias do Mundo. Continua a roubalheira, a corrupção, o compadrio, os favores, os assassinatos nesta republica, que devido a uma Guerra que não nos interessava nada, era boa para que meia dúzia de senhores continua-se a governar-se deixando um Povo cada vez mais moribundo. Resumindo esta era a 1ª Republica, aquela em que todos os Portugueses depositaram grandes Esperanças, mas que devido aos “CHICOS ESPERTOS” que abundam nos partidos Políticos, deu barraca. Quando se dá a Revolta de 1926 o país estava tão atrasado e tão ou mais endividado do que no tempo da Monarquia.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Fight The Power


"Daremos à burguesia toda a corda que for necessária para se enforcarem."
Lenin

UM VERDADEIRO CONTO

CAPITULO  I

“Era uma vez um reino, junto do mar plantado
Que devido a um Rei mal acessorado
E depois de um fim de semana bem passado
No Rossio ele e seu filho foi assassinado.”

E foi assim que tudo começou, ia este reino quase a entrar no século XX, quando devido a uma má governação, a uma data de políticos da altura corruptos, a um Rei ausente e que só gostava de caçadas, de festas, banquetes e passeios, assim como toda a corja de indivíduos que gravitava à sua volta, e porque o Reino estava quase a atingir o colapso económico, resolve o Ministro do Reino do Tesouro (o equivalente ao ministro da finanças), pedir um empréstimo ao Tesouro Inglês. Claro que o “nosso aliado” logo emprestou, mas com juros elevados. Lá veio o dinheirinho e logo as festas, banquetes, caçadas e até desvios foram ainda maiores que do antecedente, para passados alguns anos, o Reino estar bem pior do que estava antes do empréstimo. Claro que alguns Duques, Marqueses, Barões, Políticos sem escrúpulos e até membros da família real, estivessem ficado melhor do que estavam antes do empréstimo. Claro abundava dinheiro fácil, mas o Povo, esse...
Resolve o Ministro do Reino do Tesouro, implementar mais uma reforma de maneira a que se recupere a economia do Reino, tendo a brilhante ideia de reduzir os vencimentos de aumentar os impostos e todas as outras “iguarias” que normalmente, só esses ministros sabem confeccionar.
Um dia, depois de mais uma caçada, na Tapada de Mafra, paga com o dinheiro dos Portugueses, regressa o Rei e sua família à Capital do Reino e ao sair da estação do Rossio e para regressar ao Paço (na altura a residência onde ele estava alojado paga com o nosso dinheiro), resolve ir de Charrete, mas descapotável, isto apesar dos avisos, pois acreditava que era imune ao descontentamento popular.
Coitado do Rei, do que ia suceder ao Rei e até da Rainha e de mais um que também gostaria de ser Rei. Um português resolve saltar para a Charrete e quando todos pensariam que era um dos apoiantes do Rei e do que se estava a passar, logo ele resolve acabar com a balbúrdia. Dá um tiro na cabeça do Rei, e logo também espeta outro no que pensaria que também iria ser Rei, deixa viva a Rainha e o Imberbe que se tornou Rei mas por pouco tempo. Passados uns anos acabava O Reino junto do mar plantado para se tornar uma Republica.
 
 
Nota: do escritor deste "Um verdadeiro Conto" nada sei, mas isso também não é importante para agora, na certeza porém de que quem escreve assim por certo muito tem para contar e divulgar.
Este "Um Verdadeiro Conto" mas poderia chamar-se;
"A História Trágica/Politica de um País à Beira Mar Plantado".
Por agora deixo aqui o Capitulo I.
Boas leituras  

Once In A Lifetime - Talking Heads

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

The Wreckage - Mob of God

É uma banda Portuguesa, com certeza...E das boas !!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Nobel da Paz

 
dá que pensar desta nomeação... 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Tributo a Adriano Correia de Oliveira


Noticias AJA (Associação José Afonso)



E ALEGRE SE FEZ TRISTE
Aquela clara madrugada que
viu lágrimas correrem no teu rosto
e alegre se fez triste como
chuva que viesse em pleno Agosto.

Ela só viu meus dedos nos teus dedos
meu nome no teu nome. E demorados
viu nossos olhos juntos nos segredos
que em silêncio dissemos separados.

A clara madrugada em que parti.
Só ela viu teu rosto olhando a estrada
por onde um automóvel se afastava.

E viu que a pátria estava toda em ti.
E ouviu dizer adeus: essa palavra
que fez tão triste a clara madrugada.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A Luta Continua !!!

Depois do anuncio de mais um ROUBO, que este governo quer fazer a quem vive do seu salário, só temos UM CAMINHO,  -  A RUA !!!
No dia 29 Setembro no Terreiro do Paço em Lisboa foi assim e eu estive presente, a próxima senhores do (des)governo nacional será ainda mais forte.



"Quem luta nem sempre ganha, mas quem não luta perde sempre"

A LUTA CONTINUA !

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Propostas para evitar sacrificios



Querem medidas, elas aqui estão.
E parem de ROUBAR quem vive do seu salário.
Contra as politicas de retrocesso social
A LUTA CONTINUA !

terça-feira, 25 de setembro de 2012

29 Setembro - TODOS A LISBOA !


Ganhámos uma batalha, mas ainda nos falta ganhar a guerra, temos de correr de vez com este governo de subserviência à "troika" que tem como opção politica, sobrecarregar com impostos a classe média e os trabalhadores para agradar ao patronato e à banca.
Este caminho é para o abismo, é URGENTE não desmobilizarmos e não nos deixarmos ir com falinhas mansas, falsas recuos e falsas promessas.
TODOS A LISBOA PARA DIZER BEM ALTO, BASTA !
INSCREVE-TE, 
 
A LUTA CONTINUA !

DEMOCRACIA E RESPONSABILIDADES

Este artigo está excelente e por isso tomei a liberdade de o copiar e publicar, só para alertar as pessoas dos perigos que estão aí à espreita...
 
É já um lugar-comum que os promotores de sondagens perguntem aos inquiridos se estão contentes com a democracia. Como (quase) ninguém pode estar satisfeito com a situação do país, em resultado da desgraçada governação a que temos sido submetidos, a resposta mais óbvia é que, não. A conclusão invariavelmente extraída é que a maioria dos portugueses não está satisfeita com a democracia. Logo, concluirão alguns, a maioria dos portugueses é contra a democracia, e prefere um regime autoritário. Nada de mais errado e mais perverso. Não seria mais honesto, se em vez de perguntar aos portugueses se estão satisfeitos com a democracia, se perguntassem se estão satisfeitos com os governos (PS,PSD e CDS) que têm governado o país quase há 40 anos? A culpa da situação desgraçada a que o país chegou é da democracia ou é de políticas anti-democráticas? A culpabilização da democracia não tem nada de inocente. Trata-se de tentar criar a ideia de que em democracia não há alternativa que não seja esta desgraça de alternância entre o PS, o PSD e o CDS, e que quando estas soluções se revelem insustentáveis, seja inviabilizada uma solução democrática, se necessário, com recurso a soluções autoritárias que os portugueses, supostamente, desejariam. Trata-se, por outro lado, de alijar responsabilidades. Se a culpa é da democracia, ninguém é responsável. Nem os governantes, nem aqueles que, por opções erradas, os colocaram no poder. O que Portugal precisa é de mais, e não de menos, democracia. A superação da crise passa pela responsabilização de todos. De quem governa e de quem tem a responsabilidade de fazer escolhas sobre como e por quem deve o país ser governado. Mas não culpem a democracia do que a democracia não tem culpa.
( António Filipe )

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Os donos de Portugal

O filme da RTP 2 que passou às duas da madrugada. interessante de ser visto … para melhor se conhecerem algumas das razões da fortunas em Portugal.

 

Donos de Portugal from Donos de Portugal on Vimeo.