segunda-feira, 24 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Manifestação 15 Out.
Amanhã, estaremos TODOS JUNTOS para mostrar a estes (des)governantes que não aceitámos pacificamente mais esta imposição de sacrificios SEMPRE PARA OS MESMOS.
Não nos venham com palavras mansas, nem com desculpas baseadas no fatalismo, não fomos nós POVO TRABALHADOR que criou e alimentou este monstro. Foram voçês com as vossas politicas erradas durante mais de 30 anos, com o vosso compadrio e a vossa corrupção que contribuiram para o descalabro das contas publicas do estado.
PORQUE TEMOS DE SER NÓS A ARCAR COM A MAIOR FACTURA ?
AONDE ESTÃO OS SACRIFICIOS PARA AS GRANDES FORTUNAS ?
AONDE ESTÃO OS SACRIFICIOS PARA A BANCA ?
AONDE ESTÃO OS CORTES NAS MORDOMIAS DO ESTADO ?
É TEMPO DE DEIXARMOS O SOFÃ E FAZER OUVIR A NOSSA VOZ !
CONTRA OS SACRIFICIOS SEMPRE PARA OS MESMOS PARTICIPA !
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Não esperem ver-me acomodado...
A verdade é que a situação agrava-se a olhos vistos e faz-me confusão este marasmo em que se encontra a nossa sociedade. Até quando pensais aguentar ?!?
NÃO TENHAM MEDO DE REIVINDICAR, NÃO TENHAM MEDO DE SE MANIFESTAREM,... E NÃO SE DEIXEM IR NA CANTIGA DO FATALISMO.
Os sacrificos são para o POVO enquanto uma minoria ganha muito dinheiro. Sobe o IVA do gás, da electricidade, sobem os transportes, e vão subir o IVA da restauração. Retiram-se direitos aos trabalhadores com a desculpa da crise, a pouco e pouco a nossa vida piora e vós ACREDITAIS QUE COM ESTAS POLITICAS ISTO SERÁ PASSAGEIRO ?!?
Ah! inocentes criaturas que vos perdeis em futilidades e chamais nomes a quem LUTA, a quem PARTICIPA nas MANIFESTAÇÕES.
Merda de sociedade esta "enfarinhada" que se deixa controlar e acredita em milagres.
Merda de sociedade esta "enfarinhada" que se deixa controlar e acredita em milagres.
BTTSolitário - Voltas de Domingo - "A pedalar pela fresquinha"
O Outono já chegou, mas as temperaturas mais parecem de Verão, o que é óptimo para quem gosta de praticar desporto ao ar livre.
Muitas estações já passaram sobre esta "carcaça meio enrugada", e sinceramente não sei se está mais calor este ano, ou se esteve noutro.
Especialistas na matéria dizem que sim, dizem que o clima em Portugal (e não só...) está a mudar, e que num futuro bem próximo teremos só duas estações. Pela parte que me toca prefiro o tempo como está, pois é mais agradável pedalar com bom tempo do que com frio e chuva.
Recentemente tenho-o feito mais cedo do que o habitual, aproveitando o fresco da manhã, para desta forma evitar as horas de maior calor. Mas como o que é bom não dura sempre, sei que este tempo mais tarde ou mais cedo vai mudar, e já me estou a mentalizar para as saídas em dias de frio e chuva.
Nada que já não tenha feito pois a sensação de liberdade, o prazer de sentir o ar batendo no rosto e a possibilidade de apreciar a paisagem pedalando calmamente, são momentos únicos que só a bicicleta nos proporciona, e é por tudo isto que a bicicleta é:
UM VEICULO MOVIDO A PAIXÃO.
P.S. Parar é morrer...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Os Pobres.
Para reflectir...
" ... ó geração de vapor e de pó de pedra, macadamizai estradas, fazei caminhos de ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, essas horas contadas de uma vida toda material, massuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente daquela que hoje vivemos. Andai, ganha-pães, andai : reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai - No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana ? Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico ? [ ... ] cada homem rico, abastado, custa centos de infelizes, de miseráveis. "
Almeida Garret, in "Viagens na Minha Terra" (1843)
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A Madeira é um "Jardim"
As noticias que tem vindo ao conhecimento de todos os Portugueses sobre a divida existente na ilha da Madeira, divida essa que foi ardilosamente escondida com a conivência de uma certa classe politica do continente, são um autêntico insulto a todos nós que uma vez mais vamos ter de pagar os desmandos e a incompetência desta gente. Os interesses partidários, fizeram com que pessoas com responsabilidades governativas no nosso país, fechassem os olhos e fingissem nada saber.
Agora, sabemos o que foi o descalabro das contas na ilha da Madeira, mas, mesmo assim o povo madeirense prepara-se para voltar a colocar à frente dos destinos da ilha os mesmos vigaristas e corruptos de sempre, que a troco de favores e cumplicidades dominam à vários anos o espectro politico, social e económico da região.
Agora, sabemos o que foi o descalabro das contas na ilha da Madeira, mas, mesmo assim o povo madeirense prepara-se para voltar a colocar à frente dos destinos da ilha os mesmos vigaristas e corruptos de sempre, que a troco de favores e cumplicidades dominam à vários anos o espectro politico, social e económico da região.
À frente de tudo isto temos o "demagogo mor" que, com os seus discursos inflamados, insulta todos os portugueses do continente e os madeirenses que não são seus apaniguados. Não entendo como pode este senhor manter-se no poder há tantos anos, mas, por certo esta será uma das muitas falhas do sistema dito democratico.
Na ilha, devia haver um limite máximo de mandatos como à no continente, mas parece que o estatuto das autonomias deu aso a que pequenos ditadores se perpetuarem no poder. Para agravar mais as relações continente/ilha, temos os insultos que essa personagem ridícula dirige a todos nós Portugueses, insultos esses, que mereciam do Presidente da Republica uma veemente condenação.
Se vem à televisão falar de tudo e ao mesmo tempo nada, se, se encanta com o sorriso das vacas na ilha dos Açores, deveria ter a coragem politica, e numa comunicação a todo o país e ilhas, condenar as afirmações deste pequeno ditador "demagogo", que julga que com as suas provocações nos intimida.
Na ilha, devia haver um limite máximo de mandatos como à no continente, mas parece que o estatuto das autonomias deu aso a que pequenos ditadores se perpetuarem no poder. Para agravar mais as relações continente/ilha, temos os insultos que essa personagem ridícula dirige a todos nós Portugueses, insultos esses, que mereciam do Presidente da Republica uma veemente condenação.
Se vem à televisão falar de tudo e ao mesmo tempo nada, se, se encanta com o sorriso das vacas na ilha dos Açores, deveria ter a coragem politica, e numa comunicação a todo o país e ilhas, condenar as afirmações deste pequeno ditador "demagogo", que julga que com as suas provocações nos intimida.
E quanto à questão da independência, ficam a saber que eu sou dos portugueses que voto a favor.
É que estou farto de ver o dinheiro dos meus impostos ser desbaratado por uma cambada de corruptos incompetentes, que vê no insulto fácil a justificação para as suas incompetências, e desconhece que "VOZES DE BURRO NÃO CHEGAM AO CÉU"
Para si "pequeno ditador" um poema que escrevi à uns tempos:
O Calhau
Do alto de um palanque
um calhau discursava
e uma multidão ignorante
o aplaudia e aclamava.
o calhau embalado
no seu fácil discursar
vomita ideias mirabolantes
impossíveis de se concretizar.
bate palmas a multidão
que se deixa embrulhar
e o calhau envaidecido
não consegue parar de discursar.
discursa sobre isto e aquilo
e mais o que lhe convêm
um dia o calhau vira brita
não deixará saudades a ninguém.
mas por agora ainda opina
apesar de ter o cérebro
à tripa cagueira ligado
esconjura tudo e todos
vê inimigos em todo o lado.
mas o calhau no palanque
todo viscoso, lustrado
rebola-se na sua vaidade
traz a maioria do povo controlado
não admite outra opinião
forma diferente de ser
o calhau é o todo poderoso
rebola... rebola... rebola
ninguém o pode deter.
pobre calhau sem valor
nunca serás diamante
não passas de um ditador
com manias de ser importante.
e a malta para não te aturar
rodeou-te de água
saudades não vais deixar
de ti ninguêm terá magoa.
Henrique Mário Soares
P.S. Oxalá o povo madeirense saiba dar uma lição a esta demagogo populista, pois ao contrário do que ele apregoa os sacrificios serão para todos. Coragem é do que precisam...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Parque de Campismo Monte Branco - Porto Côvo ( ver estrelas e escutar o mar)
Descobri a "Costa Alentejana" nos anos 90 mais concretamente em 1993, mas é sempre com enorme prazer que volta a esta linda região do nosso Portugal.
Desta vez montámos tenda no "Parque de Campismo Monte Branco" bem junto à pacata aldeia de Porto Côvo e por aqui ficámos uma semana.
Porto Côvo apresenta já algumas alterações ao que era inicialmente quando visitei este lugar nos anos 90. No meu modesto entender julgo que a construção está a ser exagerada e corre-se o risco de tornar este lindíssimo lugar muito parecido com Vila Nova de Milfontes. Enfim, situações que deviam ser bem ponderadas pois a lógica economicista não pode sobrepor-se à lógica ambiental.
Podemos estar a ir por um caminho em que a pressão urbanística durante os meses de verão arruíne por completo todo um encanto de paz e sossego tão caracteristico desta região de praias semi-selvagens e de areias limpas.
O "Parque de Campismo Monte Branco" é um lugar aprazível e com boas instalações. Possui todas as condições necessárias para uma boa estadia em campismo, e tanto as zonas balneares como as áreas de lazer são de boa qualidade. De negativo as muitas "tendas/casa" espalhadas por uma grande zona do parque, e os "graffitis" escritos nas portas dos chuveiros e casas de banho das zonas balneares (alguns palavrões...), sinónimos de uma falta de civismo cada vez mais latente nestas sociedades ditas modernas...para onde vamos ?
Esta situação deve ser revista pelos responsáveis do parque pois o aspecto que dá é negativo.
Apesar de ser um parque inserido numa zona de eucalipto no geral as sombras são boas. Não sou um entusiasta de parques de campismo com este tipo de árvores mas entre acampar ao sol e acampar num parque com árvores desta espécie, prefiro a segunda hipótese.
No geral trata-se de um bom parque de campismo, que tem a seu favor o facto de estar juntinho à lindíssima Aldeia de Porto Côvo e das magnificas praias desta Costa Alentejana que está inserida no Parque Natural do SW Alentejano e Costa Vicentina .
Partam à aventura...
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
De Volta...
O regresso ao trabalho após as férias sempre foi complicado
Durante três semanas relaxei ao sabor do tempo. Nada de horas, nem rotinas, deixei-me levar e vivi completamente despreocupado sem escutar a TV nem noticias sobre o que ia acontecendo neste rectângulo à beira mar plantado.
O relógio, esse ditador implacável que controla os nossos dias ficou na gaveta lá de casa e livre de todos os "apetrechos" que nos ligam ao mundo dito desenvolvido/falido, parti à aventura.
Modéstia à parte Portugal é lindo e as suas gentes afáveis, a comida é excelente e de uma riqueza gastronómica sem igual, e os nossos vinhos são fantásticos. Nada que eu já não conheça, mas por muitas voltas que dê a Portugal, todos os anos acabo descobrindo novos locais cheios de encanto.
As férias servem para isso mesmo e as minhas sempre foram vividas tipo "saltimbanco" uns dias aqui, outros dias acolá e assim por diante, quase como se estivesse à procura de um qualquer paraíso perdido.
Provavelmente sofro de alguma desconstrução genética que me impede de fazer férias fixas num só lugar durante semanas. Digamos que ao fim de 3 a 4 dias já estou farto de estar "amarrado" a esse lugar e sinto uma vontade tremenda de fazer a "trouxa" e partir.
Talvez um dia descubra o tal "paraíso" perdido e tudo abandone para aí viver por troca deste local onde sobrevivo.
Um dia talvez !
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Discoteca/Pub Gayfield
A "Discoteca/Pub Gayfield" ficava para os lados da Rua do Campo Alegre no Porto. Frequentei este espaço nos anos 84 e 85 do século passado e aqui me perdí de amores pela ruiva mais linda que conhecí até à data. Com decoração simples mas de bom gosto, tinha a particulariedade de ser constituida por dois pisos, sendo que no de cima funcionava a parte de Pub/Bar e no piso de baixo (cave) a pista de dança. Era um espaço agradável, com bom ambiente, e boa musica. Parei nesta discoteca bastante tempo e aqui fiz amigos e amigas que nunca mais ví, à excepção da tal ruiva linda com quem namorei e com quem ainda hoje mantenho contacto. Por tudo isto, e por todos os bons momentos que passei neste local, esta discoteca tem uma recordação especial para mim.
Para tí querida Amélia um beijo cheio de saudades.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
De Coração e Raça - Sérgio Godinho
Sou português de coração e raça
meio século comido pela traça
metidos numa caixa
e agora ou vai ou racha
e agora ou vai ou racha
Agora vamos é ser
donos do nosso trabalhar
em vez de andar para alugar
com escritos na camisa
e o dinheiro que desliza
do salário prá despesa
compro cama vendo mesa
deito contas à pobreza
Sou português de coração e raça
meio século comido pela traça
metidos numa caixa
e agora ou vai ou racha
e agora ou vai ou racha
Agora vamos é ser
donos do nosso produzir
em vez de ter que partir
com escritos numa mala
e a idade que resvala
do nascimento prá morte
vou pró leste perco o norte
e o meu corpo é passaporte
Sou português de coração e raça
meio século comido pela traça
metidos numa caixa
e agora ou vai ou racha
e agora ou vai ou racha
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Feira dos Moços - 25 a 28 de Agosto - Largo do Souto - Custóias
Quinta Feira, 25 de Agosto:
14.30h - Abertura da Feira
15.00h - Música Popular - Grupo MS
17.00h - Cantares ao Desafio - Augusto Moreira e Maria do Carmo
20.00h - Fado à Hora de Jantar - Patrícia Fernandes e Manuel Granja
21.00h - Teatro de Rua (Kopinxas)
22.00h - A História da Feira dos Moços
- Contra Corrente Fábrica Teatral
- Grupos Folclóricos
- Cantares ao Desafio
Sexta Feira, 26 de Agosto:
14.30h - Abertura da Feira
15.00h - Música Popular/Concertinas - Os Amigos do Borguinha
20.00h - Fado à Hora de Jantar - Marisa Pinto e Nelson Duarte
21.00h - Teatro de Robertos
21.30h - Música Tradicional - Banda de Gaitas de S. Tiago de Cardielos
22.30h - Música Popular - Conjunto Típico do Val
Sábado, 27 de Agosto:
14.30h - Abertura da Feira
15.00h - Música Tradicional - Grupo de Gaitas de Beiços da Rapoula
16.00h - Música Tradicional - Modas à Campaniça
17.00h - Cantares ao Desafio - Irene de Gaia e Duarte da Póvoa de Lanhoso
20.00h - Fados à Hora de Jantar - Filomena Sousa e Filomeno Silva
21.00h - Teatro de Robertos
21.30h - Música Popular - Cavaquinhos do Porto
22.30h - Música Popular - Raízes do Minho
00.30h - Fogo de Artificio
Domingo, 28 de Agosto:
10.30h - Hastear das Bandeiras - Fanfarra do Bombeiros Voluntários de Moreira da Maia
11.15h - Missa Campal
14.00h - Abertura da Feira
14.30h - Desfile Etnográfico
15.00h - Festival de Folclore
17.30h - Concertinas - Grupo de Concertinas de Joaquim Nogueira
20.00h - Fado à Hora de Jantar - Sandra Cristina e Zé Carvalho (Humorista)
21.00h - Música de Baile - José Barbosa
22.00h . Música de Baile - Agrupamento Horyza
Actividades Paralelas:
25 de Agosto: Reciclagem de Materiais
26 de Agosto: Culinária (semi-frio)
27 de Agosto: Pintura de T-Shirts
28 de Agosto: Fimo
Mais informações contactar: http://www.jf-custoias.pt/?p=contactos
14.30h - Abertura da Feira
15.00h - Música Popular - Grupo MS
17.00h - Cantares ao Desafio - Augusto Moreira e Maria do Carmo
20.00h - Fado à Hora de Jantar - Patrícia Fernandes e Manuel Granja
21.00h - Teatro de Rua (Kopinxas)
22.00h - A História da Feira dos Moços
- Contra Corrente Fábrica Teatral
- Grupos Folclóricos
- Cantares ao Desafio
Sexta Feira, 26 de Agosto:
14.30h - Abertura da Feira
15.00h - Música Popular/Concertinas - Os Amigos do Borguinha
20.00h - Fado à Hora de Jantar - Marisa Pinto e Nelson Duarte
21.00h - Teatro de Robertos
21.30h - Música Tradicional - Banda de Gaitas de S. Tiago de Cardielos
22.30h - Música Popular - Conjunto Típico do Val
Sábado, 27 de Agosto:
14.30h - Abertura da Feira
15.00h - Música Tradicional - Grupo de Gaitas de Beiços da Rapoula
16.00h - Música Tradicional - Modas à Campaniça
17.00h - Cantares ao Desafio - Irene de Gaia e Duarte da Póvoa de Lanhoso
20.00h - Fados à Hora de Jantar - Filomena Sousa e Filomeno Silva
21.00h - Teatro de Robertos
21.30h - Música Popular - Cavaquinhos do Porto
22.30h - Música Popular - Raízes do Minho
00.30h - Fogo de Artificio
Domingo, 28 de Agosto:
10.30h - Hastear das Bandeiras - Fanfarra do Bombeiros Voluntários de Moreira da Maia
11.15h - Missa Campal
14.00h - Abertura da Feira
14.30h - Desfile Etnográfico
15.00h - Festival de Folclore
17.30h - Concertinas - Grupo de Concertinas de Joaquim Nogueira
20.00h - Fado à Hora de Jantar - Sandra Cristina e Zé Carvalho (Humorista)
21.00h - Música de Baile - José Barbosa
22.00h . Música de Baile - Agrupamento Horyza
Actividades Paralelas:
25 de Agosto: Reciclagem de Materiais
26 de Agosto: Culinária (semi-frio)
27 de Agosto: Pintura de T-Shirts
28 de Agosto: Fimo
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Precariedade Laboral
Manhã de trabalho bem cedo, paro na movimentada confeitaria da zona onde moro para tomar o "cimbalino" da praxe. É um hábito adquirido à muitos anos e sem o qual recuso iniciar o dia.
Enquanto saboreio o "cimbalino" escuto do outro lado do balcão a conversa entre duas funcionários:
- Diz a mais jovem: Eu não vou ficar !
- Pergunta a colega: Porquê ?
- Olha, não querem que assine contrato. Não me pagam o subsidio de natal, nem subsidio de férias, e quando for de férias não recebo ordenado.
- Responde a colega: Foi por isso que a minha prima não quis vir para cá trabalhar
- Diz a mais jovem: Mas tu não estás nestas condições pois não ?
- Responde a colega: Não, nós as funcionárias mais antigas ainda continuámos com os nossos direitos, "eles" (leia-se patrões) só estão a propor isso ás novas funcionarias que contratam.
A miuda encolhe os ombros, leio-lhe no olhar alguma resignação e uma incerteza no que deve fazer. A necessidade de trabalhar talvez a faça repensar a decisão, mas por certo nascerá dentro dela um sentimento de injustiça e revolta.
É isto que os defensores da liberalização do mercado de trabalho pretendem. A possibilidade de terem os trabalhadores na mão, a possibilidade de pôr e dispôr dos trabalhadores a troco de baixos salários e nenhuns direitos. A possibilidade de conseguirem ainda mais lucros, dando em troca precariedade.
Acabo o "cimbalino" açucarado, e saio porta fora com um amargo na boca...
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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